O que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
O Rio de Janeiro continua lindo! Eu sei. Esta é uma frase clichê. Porém, não poderíamos iniciar este post de uma forma diferente, pois o Rio de Janeiro, realmente, continua lindo. Esta (em 2015) foi a nossa primeira vez na tão famosa cidade maravilhosa, e, por isso, vamos contar tudo que fizemos por lá em cindo dias.
Nossa viagem para o Rio de Janeiro
A nossa viagem para o Rio teve início no começo do ano de 2014.
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“Todo mundo vai para o Rio de Janeiro. Só a gente que não”. Foi por esta frase que decidimos que iríamos conhecer o tão famoso cartão-postal do Brasil. E acrescentar em nossa bagagem cultural mais uma das sete maravilhas do mundo moderno: o Cristo Redentor.
Atualização em 2020: Nós já conhecemos cinco maravilhas do mundo: quatro do moderno e uma do antigo – (Machu Picchu – Peru, em agosto de 2012; Chichen Itza – México, em janeiro 2014; Cristo Redentor – Brasil, em abril de 2014; Coliseu de Roma – Itália, em abril de 2018; e Pirâmides de Gizé – Egito, em abril de 2018).
Escolha da data: nossa primeira decisão
Hospedagem – onde ficar no Rio de Janeiro
Em seguida, começamos a pesquisa para saber onde ficaríamos hospedadas. Por ser feriado, os preços dos hotéis estavam bem caros.
E ainda, muitos não tinham mais quartos disponíveis, mesmo olhando desde o mês de janeiro.
Data escolhida: 17 a 21 de abril.
Local reservado: em frente à Praia de Copacabana, rua Princesa Izabel, número 7 (5 diárias: R$ 1.300,00 + R$ 130 de taxa de faxina e roupa de cama). O local conta com tudo: micro-ondas, TV, internet grátis, utensílios de cozinha, ferro de passar, etc.
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O QUE FAZER NO RIO DE JANEIRO EM 5 DIAS
A viagem foi feita de ônibus porque o preço das passagens de avião não compensava. De ônibus, viação Útil, pagamos, cada uma, R$ 160,00 ida e volta. De avião, estava dando mais de R$ 500,00, com as taxas, para cada uma.
Roteiro 1º dia – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
A uma quadra do prédio onde estávamos hospedadas está localizada a Praça do Lido. Do local, saem as vans que seguem rumo ao Corcovado, onde está o Cristo Redentor. Como estávamos passando perto da praça, resolvemos aproveitar o dia e já conhecer o tão famoso Cristo.
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1 – Cristo Redentor – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
O Cristo Redentor está localizado a 709 metros acima do nível do mar, no morro do Corcovado. É o cartão-postal da cidade.
Para fazer o passeio, saímos por volta das 14:30 horas. O local estava lotado, mas é um passeio que não pode ficar de fora para quem quer conhecer o Rio de Janeiro.
Leia todos os detalhes no post Como chegar ao Cristo Redentor.
Roteiro 2º dia – O que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
2 – Lagoa Rodrigo de Freitas – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Um lugar agradável para passar algumas horas, caminhar, andar de bicicleta, praticar alguns esportes náuticos, como o remo, ou andar de pedalinho.
Segundo informações, a lagoa tem 2,4 milhões de metros quadrados de superfície. Nós só paramos para tirar fotos, mas é um lugar muito gostoso.
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3 – Maracanã – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Todos os detalhes no post Como visitar o Maracanã – Rio de Janeiro.
4 – Arcos da Lapa – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Todos os detalhes no post Arcos da Lapa e Escadaria Selaron.
5 – Escada Selaron – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Todos os detalhes no post Arcos da Lapa e Escadaria Selaron.
6 – Catedral Metropolitana – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Catedral Metropolitana
Funciona:
Visitas: todos os dias – das 7 às 17 horas
Missas: de segunda à Sábado – às 12h (Capela do Santíssimo) | Domingo: às 10h (Altar Mor)
Endereço: avenida Chile, 245 – centro
Telefone: +55 21 2240-2669
Valor: gratuito
*Atualizado em março de 2024
7 – Theatro Municipal – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Theatro Municipal
Funciona: diariamente – das 10 às 18 horas (horário da bilheteria)
Endereço: Praça Floriano, s/n – centro
Telefone: +55 21 2332-9191
Valor: de acordo com o espetáculo
8 – Sambódromo – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Todos os detalhes no post sobre o Sambódromo.
9 – Pão de Açúcar – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Veja todos os detalhes deste passeio no post sobre o Pão de Açúcar.
10 – Museu de Arte Moderna – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Museu de Arte Moderna
Funciona:
Quarta, quinta, sexta e sábado: das 10 às 18 horas
Domingo: das 10 às 11 horas (horário exclusivo para visitação de pessoas com deficiência intelectual, pessoas autistas ou com algum tipo de hipersensibilidade a estímulos visuais ou sonoros) | das 11 às 18 horas (público em geral)
Feriado: das 10 às 18 horas
Endereço: avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Telefone: +55 21 3883-5600
Valor: R$ 20 (acima de 60 anos: R$ 10)
*Atualizado em 2024
11 – Calçadão de Copacabana
Roteiro 3º dia – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
12 – Igreja de São Jorge
13 – Forte de Copacabana e Confeitaria Colombo – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias
Do Saara, seguimos de metrô até Copacabana, pois nossa meta era conhecer o Forte de Copacabana e a filial da Confeitaria Colombo que fica dentro do Forte. É preciso descer em um ponto que fica há uns 10 minutos a pé do Forte.
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Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias |
Depois da foto tradicional com Drummond, tivemos “um ataque de loucura” e resolvemos pegar um ônibus (R$ 3,00) na avenida Atlântica rumo à Barra da Tijuca.
Para quê? Procurar artistas (kkkk). Meu primo disse que lá, no shopping, a gente conseguiria ver muitos deles. Uma senhora nos informou que o trajeto duraria cerca de 30 minutos. Então, acreditamos que daria muito tempo.
Mas, sem conhecer nada, rodamos por mais de uma hora dentro do ônibus e quando pensamos até em desistir, de tão longe, chegamos. Ficamos lá por apenas uma hora, pois ficamos com medo de voltar para casa à noite.
E o pior de tudo: não vimos nenhum famoso. Voltamos às 18 horas, estava escuro e resolvemos pegar um táxi. Mais uma hora circulando pelas ruas do Rio de Janeiro e R$ 57 pagos pela corrida (que dinheiro desperdiçado rsrsrs).
Roteiro 4º dia – diário de bordo
O dia começou cedo também (Para variar! Sempre que viajo não consigo acordar mais tarde do que às 6 horas da manhã. O pessoal lá em casa sofre comigo).
De ônibus, fomos até o Leblon. Descemos no posto 10 e começamos a andar pelo calçadão até o posto 12.
Eu fiz o caminho por duas vezes. Tudo para quê? Ver os danados dos artistas. Porém, mais uma vez, ficamos a “ver navios”… Ou eles não estavam lá ou a gente não os reconheceu (kk).
Nosso almoço foi em um quiosque no posto 9. Mas não recomendo. Muito caro, não gostamos da comida e nem do atendimento.
Desabafo!
Aliás, é preciso abrir um parênteses aqui para fazer um breve comentário. Não vou generalizar, e os cariocas que me perdoem, mas salvo alguns poucos (a dona do AP, dois taxistas, a vendedora de óculos em Copacabana, o vendedor de uma loja do Barra Shopping e o garçom do quiosque no posto 4), o restante demonstrou uma má vontade enorme em nos atender.
A começar pelas caixas do supermercado Princesa, na avenida Princesa Izabel. Logo cedo e elas estavam com umas caras feias, pareciam que estavam fazendo um sacrifício enorme em nos atender. Os atendentes nos pontos turísticos. Motoristas e cobradores de ônibus. Garçonete no posto 9. E profissionais que nos atenderam nos três restaurantes.
Os vendedores nas lojas do Saara nem se davam ao trabalho de nos mostrar nada. Diziam que a loja ainda estava fechada ou olhavam a gente com cara feia. (Credo!!!!!!). E por vários outros por onde passamos sentimos a mesma frieza.
Em uma cidade que recebe tantos turistas, achei pouco (ou melhor, quase nada) hospitaleiras as pessoas que nos receberam.
E olha que não somos exigentes, mas acredito que dar informação, responder a um obrigado, dar um sorriso ou mesmo olhar para quem está se dirigindo a você são atitudes que não custam nada. A falta destes pequenos gestos causa uma má impressão enorme. E essa impressão é a que fica.
Mas, voltando ao nosso passeio…
No Rio é assim: aos domingos e feriados, a avenida beira-mar é fechada e muitas pessoas ficam andando de bicicleta, patins, skate, correndo ou caminhando. Fiquei admirada com a disposição do carioca.
Do Leblon, fomos a Ipanema. No Rio, as praias são divididas por postos. Não procurei saber, mas acredito que deva ter um quilometro (ou quase isso) entre cada posto.
O posto 1 é o Leme. Do posto 2 até o 6 é Copacabana. O 7 é a praia do Arpoador. Do 8 ao 9, Ipanema. Do 10 ao 12, Leblon.
Se eu estiver errada, me perdoem, mas foi isso que conseguimos descobrir com algumas pessoas de lá.
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À direita da foto, placa identificando o posto 7 – Arpoador – o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias |
Retornamos para Copacabana também de ônibus e paramos na Praça do Lido, onde, aos domingos e feriados, tem uma feirinha com lembrancinhas e produtos típicos do Rio.
O jantar ficou por conta da pizzaria embaixo do prédio onde ficamos. A pizza estava muito boa. Ponto positivo. Mas o atendimento: nota zero.
Inclusive, logo que chegamos ouvimos uma mulher gritando que não pagaria pela pizza porque eles tinham demorado mais de uma hora e ainda trouxeram o pedido errado. Ela disse que não esperaria mais e saiu sem pagar.
Roteiro 5º dia – diário de bordo
Último dia de feriado!!!
Levantamos cedinho e fomos para o posto 4 em Copacabana. Ali, passamos toda a tarde, torrando, literalmente, ao sol, que estava muito quente.
Enquanto mamis ficou na areia, eu e Danubia andamos a pé por cerca de 14 quilômetros. Fomos e voltamos do posto 4 até o 9 para conhecer o restante dos locais que faltavam. Demoramos em torno de duas horas.
Depois de descansar na Praia de Copacabana, fomos almoçar no primeiro quiosque depois do posto 4, sentido Leme. Vale destacar que o atendimento foi ótimo e a comida, maravilhosa. Sem contar que não ficou caro.
Voltamos para o AP às 16 horas e fomos para a rodoviária às 19 horas. Adiantadas, como sempre, esperamos por cerca de três horas pelo ônibus, pois ficamos com medo de ter trânsito por conta do feriado.
Considerações
Algumas considerações: as praias de Copacabana são bonitas, mas muito sujas (é um pouco decepcionante para quem fica sonhando em conhecer essa praia tão famosa). O local é frequentado por muitos mendigos e as ruas fedem a xixi. É preciso tomar certo cuidado com máquinas, celulares, correntes e outros. Enquanto estávamos na areia, vimos uma correria e disseram que era ladrão.
As praias do Leblon e Ipanema são menos sujas e o local “aparenta” mais tranquilidade. Já a praia do Arpoador, embora tenha apenas passado por ela e ficado por apenas alguns minutos, achei mais limpinha e a mais bonita de todas (apenas uma opinião particular minha e de minha irmã).
Se tivéssemos mais tempo, seria a praia do Arpoador que escolheria para passar o dia.
Outra coisa. Estávamos com receio dos preços, pois reportagens diziam que um picolé estava custando R$ 10. Não foi tudo isso. Os preços não estavam tão altos (por ser praia e um local turístico muito desejado por pessoas de todo o mundo), mas também não estavam “tãããoo” baratos.
Não poderia deixar de citar a quantidade de táxis circulando pelas ruas do Rio. Várias vezes, à noite, ficávamos na janela do apartamento, contando quantos estavam passando. Teve uma hora que tinham uns 30 parados no farol. E ainda fizeram uma reportagem, dizendo que no Rio falta táxi. Vai entender!
ATUALIZAÇÃO 2020: Em 2016, nós voltamos ao Rio e ficamos um dia na cidade.
Agora que você leu este pequeno diário de bordo com as principais dicas sobre o que fazer no Rio de Janeiro em 5 dias e o resumo de nossa viagem, confira abaixo outros posts sobre o Rio de Janeiro.
DICAS:
– Conheça o Museu de Arte do Rio com o blog Chicas Lokas.
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5 Comentários
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Que legal seu post ! Tudo bem explicadinho e detalhado <3 adoreei ! beijos beijos
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